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Operação, evidência, frete e atendimento. Por Pedro Alencar.

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A carga chegou. O frete ainda não. O furo está no canhoto.

No pátio a carga já foi recebida. No financeiro, o CT-e ainda espera um comprovante que mora em outro sistema. O furo da cadeia de rastreamento está no canhoto.

Fechamento de frete: o mês que vira arqueologia

Na primeira semana do mês a mesa se repete: planilha, XML, e-mail antigo e a pergunta “quem aprovou essa diferença?”. Isso não é destino. É desenho de processo.

O pico das 17h: quando a evidência da entrega vira gargalo

A rua encerra a entrega. O backoffice ainda não. Entre os dois, nasce uma fila que se repete todos os dias úteis.

Três lugares onde governança logística devolve dinheiro

Board não compra plataforma. Compra menos hora improdutiva, menos frete errado e menos reunião de alinhamento. O resto é narrativa.

Quando fiscal pede prova e operação jura que entregou

Operação fecha a entrega. Fiscal não reconhece a evidência. O problema quase nunca é má-fé. É comprovante sem trilha comum.

Divergência de frete: por que a disputa nasce depois do pagamento

A briga com a transportadora raramente começa no despacho. Começa quando o valor já saiu do caixa e alguém descobre que a provisão não batia com o XML.

Conferência de canhoto em escala: o limite do olho humano

A pasta “para amanhã” no fim do expediente não é desorganização. É sintoma de volume acima da capacidade de conferência humana repetitiva.

O SAC ainda traduz portal de transportadora. Isso tem preço

Uma fatia grande das ligações não discute avaria nem prazo contratual. Pergunta onde está o pedido. Enquanto a resposta viver só dentro da empresa, a fila continua previsível.

OTIF sem idade de evidência é vaidade. O que a torre precisa mostrar às 9h

Antes das 10h a operação precisa saber o que está no prazo, o que estourou e qual transportadora concentra atraso. Se a resposta depende de cinco abas, o dia já começou tarde.